O filosófico, o real e o estético

Autores

  • Caio Gontijo Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Palavras-chave:

Sociologia da arte; teoria política; senso comum; intelectuais.

Resumo

Proponho uma discussão teórica sobre a sociologia da arte, seu objeto e suas interseções com a política, a partir do momento contemporâneo de aprofundamento da subjetividade neoliberal, embora anterior, acelerado pela pandemia do COVID-19, nos países ditos ‘ocidentais’. Para tanto, abordo a validade histórica das filosofias (que neste caso se aproximam do conceito de ideologias), em particular, em seu aspecto sintomático e coincidente, também, o senso comum, em particular, o ridículo corrosivo de sua estética e, finalmente, do intelectual e do artístico. Os resultados a que cheguei expressam-se na forma de uma conclusão que tenta inter-relacionar os temas discutidos para propor uma síntese segundo a qual intelectual e o artista, quando não são repetidores de clichês ou gênios-para-si-mesmos, conseguem coroar uma tendência histórica “real”, isto é, já em processo de coroar-se a si mesma.

Biografia do Autor

Caio Gontijo, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Relações Internacionais - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - caiovgontijo@gmail.com

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Publicado

2021-08-02